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QUEM SOMOS


    A Federação Portuguesa dos Centros Cultura e Desporto da Saúde e Segurança Social, foi criada por escritura pública em 30 de Julho de 1982, com sede em Lisboa, na Rua Augusto Gil, nº 42 R/C, é uma instituição sem fins lucrativos. A sua fonte de receita é quotização dos seus associados. Foi-lhe atribuído o estatuto de Instituição de Utilidade Publica por Despacho de 03.04.87 do Primeiro-Ministro, e publicado em Diário da República II Série, nº 89 de 16.04.1987. É filiada internacionalmente na EUROS AIBLS. Tem por objetivo genérico a percussão do mesmo fim dos seus sócios, nomeadamente nas áreas da cultural, desportiva, recreativa, social bem como a defesa dos interesses dos CCD’s da Saúde e Segurança Social.


O QUE É O CCD/CP


    Os CCD’s/CP são associações de trabalhadores da área da saúde e Segurança Social, organizados e inseridos internamente nos Serviços ou Instituições de Saúde e Segurança Social, do Sistema Público ou Privado, prestando serviços diversificados e apoios, a trabalhadores, associados e seus familiares. Como organizações internas, os CCD’s/CP, têm como finalidade, assegurar, desenvolver e promover conjunto de acções e actividades que beneficiem os trabalhadores, criando as oportunidades para a ocupação de tempos livres e lazer. Têm como princípios, assegurar e garantir o livre Associativismo junto dos trabalhadores, para que estes, com a sua intervenção prossigam os objectivos e fins a que os CCD’s/CP se destinam.

 

O QUE FAZEMOS

    Os CCD’s/CP exercem as suas actividades nas mais diversas áreas destinadas aos trabalhadores no activo, aposentados e familiares. Fundamentalmente, as actividades desenvolvidas incidem sobre as vertentes Cultural, Desportiva, Social e Formativa, financiadas pelos próprios CCD’s/CP. Colaboram, organizam e apoiam as Instituições em diversos eventos de carácter Social, a exemplo: O Dia Mundial da Saúde, Dia da Segurança Social, Festas de Natal, etc.

 

CULTURAL

    Criação e manutenção de Ranchos Folclóricos, Grupo Etnográficos de Cantares Populares, Grupos Corais (adultos e crianças), Edição de jornais, Revistas, Boletins Informativos e Grupos de Teatro.

    o Promoção de visitas culturais guiadas a monumentos, localidades e locais de justificado interesse.

    o Promoção na participação de idas ao Teatro, Revistas e outros espectáculos.

    o Formação em pintura, pintura em porcelana, barro, tapetagem de Arraiolos.

    o Promoção de exposições, de fotografia, desenho e outros trabalhos desenvolvidos nas diversas áreas de formação artística.

    o Promoção de convívios por ocasiões específicas, excursões/viagens pelo País e também ao estrangeiro.

    o Promovem e participam em encontros anuais de âmbito nacional e internacional, encontros periódicos abarcando a prática desportiva, recreativa e cultural.

 

DESPORTIVA

    Levamos a efeito a realização do Grande Encontro Nacional de Trabalhadores, Encontros do Dia Mundial da Saúde, Encontros do Dia da Segurança Social e Jogos Euros. Estes encontros têm actividades desportivas (Andebol, Atletismo, Basquetebol, Canasta, Crapô, Damas, Dominó, Futebol de 11, Futsal, Ginástica, King, Malha, Mini Golfe, Natação, Pesca, Petanca, Sueca, Ténis, Ténis de Mesa, Voleibol, Snoker, Todo Terreno, Cicloturismo, BTT, Descidas do Rio, Xadrez e Jogos Tradicionais) e culturais (visitas a vilas e cidades de Portugal, cujo o seu património é de elevado interesse).

     -Localidades onde foi organizado o Grande Encontro

       Albufeira, Tróia, Portimão, Ponta Delgada, Funchal, Porto Santo, Monte Gordo

    -Localidades onde foi organizado Encontros da Saúde e Segurança Social

       Castelo Branco, Marinha Grande, Coimbra, Santarém, Leiria, Guarda

    -Localidades onde foi organizado pela Federação os Jogos Euros

       Funchal (Ilha da Madeira) e Albufeira (Algarve)

 

SOCIAL

    Gestão de Refeitórios e Bares, com preços mais reduzidos que os praticados no mercado.

    Gestão de Creches, Centros de Dia e Jardins-de-Infância / ATL’s.

    Parcerias com diversas entidades que permitam descontos na aquisição de material informático, electrodomésticos, material desportivo, viagens férias, serviços de saúde, etc.

    Acordos para prestação de serviços – apoio jurídico, quando requerido por associados, no âmbito profissional. Estabelecem acordos e convenções com Clínicas e Médicos Especialistas, para descontos na prestação de serviços e cuidados de saúde.

    Facultam apoios económicos aos associados, quando pontualmente carecidos em situações

    Criação de Grupos de Dadores benévolos de sangue, de apoio a associados e familiares.

 

FORMATIVA

    Apoio aos associados e seus descendentes na formação profissional, atribuição de bolsas de estudo, que contribuem para a valorização pessoal e profissional, através de subsídios concedidos directamente ao formando, bem como, às Entidades Formadoras com quem se estabelece parcerias.

 

MEIOS HUMANOS

    Os CCD’s/CP como organizações internas nas Instituições de Saúde e Seg. Social, estão deste modo, confinados exclusivamente aos trabalhadores dessas Instituições.

    É, na intervenção destes, em movimento associativo organizado e estruturado ESTATUTARIAMENTE, com os seus Órgãos Directivos específicos que são geridos os CCD’s/CP. São geridos por direcções eleitas pelos trabalhadores da saúde e Segurança Social. Os trabalhadores eleitos podem ser dispensados dos respectivos serviços enquanto dirigentes destas associações, por força do despacho nº10239/2004, de 25 de Maio e Despacho nº 9739/2013. Na actual vigência, todos os CCD’s/CP da Saúde e Segurança Social são geridos por trabalhadores no activo e aposentados, cujos cargos são acumulados com as funções profissionais de cada dirigente.

    Deste modo, encontraremos cerca de meio milhar de profissionais de saúde, com as mais variadas categorias, provenientes de todos os extractos profissionais, envolvidos Voluntariamente na gestão dos CCD’s/CP.

 

 

INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

    Para o desenvolvimento das várias actividades de carácter social como: ATL’s, Jardins-de-Infância e Centros de Dia, alguns CCD’s/CP possuem instalações próprias e outras instalações

    Na vertente desportiva, existem CCD’s/CP possuem espaços próprios, a grande maioria aluga espaços e equipamentos, normalmente estabelecendo parcerias com as Autarquias ou Clubes Desportivos locais.

 

ECONÓMICO-FINANCEIROS

    As receitas dos CCD’s/CP provêm basicamente das seguintes rubricas: quotizações de sócios, saldos positivos da gestão de refeitórios, bares e outros serviços, comparticipações dos sócios nas actividades.

    Na questão da gestão dos refeitórios e bares, encontramos CCD’s/CP cuja exploração é directa, enquanto outros pugnam por contratos de exploração concessionados a privados.

    As receitas da Federação, advém da quotização dos seus associados e de um subsídio atribuído pela Segurança Social.

 

COMO FAZEM

    Para o desenvolvimento destas múltiplas e diversificadas actividades, propomos PLANOS DE ACTIVIDADES devidamente estruturados, conjuntamente com ORÇAMENTOS.

 

CONCLUSÃO

    Cremos que, pelo atrás exposto, ficou claramente demonstrada a importância dos Centros de Cultura e Desporto/ Casas do Pessoal das Instituições da Saúde e Segurança Social e a necessidade das entidades de Tutela lhes prestarem os apoios necessários. A esfera de actuação, responsabilidades e o amplo universo de beneficiários, são realidades permanentes que não devem ser menosprezadas.

    Os CCD’s/CP da Saúde e Segurança Social, com a experiência que detêm nas vertentes do lazer, cultural, desportiva e recreativa, bem como no social, estão disponíveis para continuar as suas atribuições, alargando o seu campo de intervenção à medida das solicitações sociais emergentes pontualmente.

    Necessitam os CCD’s/CP da Saúde e Segurança Social verem consignadas as disposições legais e formais, atrás citadas, actualizadas para que prossigam e desenvolvam sem constrangimentos a obra que vêm desenvolvendo há meio século. Havendo necessidade de aperfeiçoar a cada momento os mecanismos já existentes, perspectivar e suscitar a formação de novas parcerias, reflectindo o modo de actuar, a Federação está a levar a efeito contacto com organizações nacionais e internacionais de modo a poder proporcionar aos seus associados todo o apoio necessário para o desenvolvimento das suas actividades. Perspectivar e suscitar a formação de novas parcerias, reflectindo o modo de actuar, a Federação está a levar a efeito contacto com organizações nacionais e internacionais de modo a poder proporcionar aos seus associados todo o apoio necessário para o desenvolvimento das suas actividades.

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